Há tempo que eu não consigo me concentrar em uma nova série
nova ou seguir uma temporada certa, com calendário e dias da semana em que os
episódios são exibidos nos Estados Unidos (sim, eu fazia isso). Já foi-se a
época em que eu tinha tempo de escrever sobre cada programa que eu assistia,
mas nesse feriado eu tive a oportunidade de conferir algumas produções que já
acompanho e uma nova série. Confira abaixo:

"Revenge" - a série mais
clichê-novela-trash-boa está de volta do mesmo jeitinho que terminou. Emily
Thorne planejando sua vingança (que será maior, muito maior), personagens nada
críveis, histórias mirabolantes, samurai meio cafona com suas frases de efeito,
uma trama que não faz muito sentido e tecnologia de ponta. Que saudades da
cafonice mais bem feita da TV. Revenge é baseada no livro de Alexandre
Dumas, "O Conde de Monte Cristo", e conta a história de Emily
Thorne, uma garota misteriosa que chega aos Hamptons, em Nova York, em busca de
vingança contra aqueles que destruíram sua família. Emily é, na verdade, Amanda
Clarke, uma garota que morou ali na infância e que agora aluga a mesma casa na
qual viu seu pai ser preso por um crime que não cometeu. Agora rica e mais
emancipada, a garota retorna para a cidade e começa a executar seu plano,
derrubando um inimigo por vez. Clique aqui para ler a crítica do "Irritando" sobre a série

"Homeland" - a série
querida do momento - vencedora do Globo de Ouro e Emmy de Melhor Série
Dramática - voltou e muito, muito bem. Se na primeira temporada alguns diziam
que ela era a mais nova "24 Horas", a estreia do segundo ano só
constatou. Terroristas, roteiro inteligente, climinha de tensão, FBI
atrapalhando a vida de quem realmente sabe fazer as coisas. Só falta o relógio
na tela contando os segundos. O segundo episódio acabou em um nível que mais
parecia a metade da temporada do que o começo dela. Entretenimento é o episódio
terminar e você ficar com seu queixo caído durante uns 2 minutos. Pra quem não
conhece, a série conta a história de Carrie (Claire Danes), que ao receber uma
informação de que um americano foi convertido e seria agora parte de uma célula
terrorista, conclui que esse homem é Nicholas Brody (Damian Lewis), fuzileiro
resgatado após ser mantido prisioneiro pela Al-Qaeda por oito anos. Brody, por
sua vez, é um homem que, após ser resgatado e recebido como herói, tenta se
readaptar à sua vida e se reconectar com a esposa e seus dois filhos, estranhos
para ele. Clique aqui para ler a crítica do "Irritando" sobre a série
"Revenge" - a série mais
clichê-novela-trash-boa está de volta do mesmo jeitinho que terminou. Emily
Thorne planejando sua vingança (que será maior, muito maior), personagens nada
críveis, histórias mirabolantes, samurai meio cafona com suas frases de efeito,
uma trama que não faz muito sentido e tecnologia de ponta. Que saudades da
cafonice mais bem feita da TV. Revenge é baseada no livro de Alexandre
Dumas, "O Conde de Monte Cristo", e conta a história de Emily
Thorne, uma garota misteriosa que chega aos Hamptons, em Nova York, em busca de
vingança contra aqueles que destruíram sua família. Emily é, na verdade, Amanda
Clarke, uma garota que morou ali na infância e que agora aluga a mesma casa na
qual viu seu pai ser preso por um crime que não cometeu. Agora rica e mais
emancipada, a garota retorna para a cidade e começa a executar seu plano,
derrubando um inimigo por vez. Clique aqui para ler a crítica do "Irritando" sobre a série
"666 Park Avenue" - pegando carona no
sucesso de "American Horror Story", o drama
apresenta Jane (Rachael Taylor, Charlie’s Angels) e
Henry (Dave Annable de Brothers & Sisters), um
casal que sai do interior para tentar a vida em Nova Iorque. Na cidade grande,
eles são contratados como síndicos do Drake, um prédio de apartamentos de um
bairro nobre. O que o casal não sabe é que cada morador do prédio tem seus
desejos realizados graças a um pacto feito com o Diabo. Não vejo como essa série
pode se sustentar ao longo dos seus 22 episódios, mas os dois primeiros são muito bem feitos, conseguem fugir do clichê - coisa difícil, pela própria
temática - e conseguem algo raro em série de TV: dar bons sustos. Outra coisa
são os efeitos especiais. A maioria das séries que tentam pender para o lado
sobrenatural utilizam a tecnologia para criar algo assustador, mas só
criam frustração. "666", pelo menos nesse começo, não
exagerou e os poucos efeitos são bem produzidos, nada exagerados e funcionais.
Tirando isso, ainda me falta ver "Glee". Uma hora vou descobrir a dificuldade que eu
tenho em começar uma nova temporada dessa série. Comecei pra valer a
sensacional "Breaking Bad", preciso terminar "The Big C", escrever sobre filmes que eu vi e comprar um utilitário
chamado tempo.

Adoro vir aqui e ver as resenhas das séries. 666 estou curioso pra ver, ainda não começei a 2ª Revenge...mas to morrendo de saudades! E Glee, ta dificil mesmo de começar, mas acho que com novo núcleo NY com Rachel e Kurt deve dar um belo de um up na série. E to vendo Breaking bad! Super recomendo!
ResponderExcluirE parabéns pelo blog! Só melhora cada vez mais!
Obrigado, Leo :)
ResponderExcluirBreaking Bad realmente é fantástica!